A Área Metropolitana de Lisboa (AML) é, ao nível da administração pública local, pioneira num projecto de implementação/transferência de prática e de difusão do e-learning. Neste âmbito, e com o objectivo de desenvolver de forma autónoma formação em e-learning, foi solicitado junto do Centro de Estudos de Formação Autárquica (CEFA) o alargamento do perfil da AML como entidade formadora. No passado mês de Agosto fomos notificados do êxito da referida pretensão, o que nos torna, muito provavelmente, na primeira entidade da administração pública local acreditada na tipologia de formação a distância.
Acreditamos que este é um acontecimento marcante, que vai permitir à AML ter acesso a uma formação moderna e rica nos seus pressupostos pedagógicos (pelo menos no chamado e-learning 2.0) e que poderá oferecer uma nova dimensão à formação profissional. Uma nova dimensão pela vertente atractiva das novas tecnologias, pela oferta de uma formação mais personalizada, mas, sobretudo, pelo estímulo de empreender por aprendizagem colaborativa e pela possibilidade de trabalho num projecto intermunicipal.
Recorde-se que o percurso até este ponto iniciou-se em 2007, num projecto distinto com o objectivo de desenvolver e implementar um modelo de formação a distância na região da AML, e que contou com a colaboração do Centro de E-learning da TecMinho, da Universidade do Minho. Assim, ao longo de sensivelmente de 2 anos, ou seja, desde Novembro de 2007, foram promovidas diversas acções, abrangendo mais de 150 participantes, onde se salienta as seguintes iniciativas:
­ 1 wokshop inicial de apresentação do projecto aos municípios da AML;
­ 2 acções de formação “e-learning nas autarquias” para formar gestores de e-formação;
­ 3 acções de formação de e-formadores (tutores/moderadores de formação em e-learning);
­ 3 acções plataformas de e-learning;
­ 1 acção de Tecnologias Web 2.0;
­ 1 acção de formação em Gestão da Informação e do Conhecimento;
­ 1 acções sobre RJUE e RJIGT
­ 1 Seminário subordinado à “Inovação na Formação Profissional Autárquica”.

A Área Metropolitana de Lisboa (AML) é, ao nível da administração pública local, pioneira num projecto de implementação/transferência de prática e de difusão do e-learning. Neste âmbito, e com o objectivo de desenvolver de forma autónoma formação em e-learning, foi solicitado junto do Centro de Estudos de Formação Autárquica (CEFA) o alargamento do perfil da AML como entidade formadora. No passado mês de Agosto fomos notificados do êxito da referida pretensão, o que nos torna, muito provavelmente, na primeira entidade da administração pública local acreditada na tipologia de formação a distância.  

Acreditamos que este é um acontecimento marcante, que vai permitir à AML ter acesso a uma formação moderna e rica nos seus pressupostos pedagógicos (pelo menos no chamado e-learning 2.0) e que poderá oferecer uma nova dimensão à formação profissional. Uma nova dimensão pela vertente atractiva das novas tecnologias, pela oferta de uma formação mais personalizada, mas, sobretudo, pelo estímulo de empreender por aprendizagem colaborativa e pela possibilidade de trabalho num projecto intermunicipal.

Recorde-se que o percurso até este ponto iniciou-se em 2007, num projecto distinto com o objectivo de desenvolver e implementar um modelo de formação a distância na região da AML, e que contou com a colaboração do Centro de E-learning da TecMinho, da Universidade do Minho. Assim, ao longo de sensivelmente de 2 anos, ou seja, desde Novembro de 2007, foram promovidas diversas acções, abrangendo mais de 150 participantes, onde se salienta as seguintes iniciativas:

  • 1 wokshop inicial de apresentação do projecto aos municípios da AML;
  • 2 acções de formação “e-learning nas autarquias” para formar gestores de e-formação;
  • 3 acções de formação de e-formadores (tutores/moderadores de formação em e-learning);
  • 3 acções plataformas de e-learning;
  • 1 acção de Tecnologias Web 2.0;
  • 1 acção de formação em Gestão da Informação e do Conhecimento;
  • 1 acções sobre RJUE e RJIGT
  • 1 Seminário subordinado à “Inovação na Formação Profissional Autárquica”.

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